segunda-feira, 31 de maio de 2010

E a boca cala, mas a mente...

Nunca fui muito boa nesse negócio de perdoar.
A verdade é que por mais que se perdoe e se releve, esquecer é uma esforço e uma prática praticamente divina.
Quem afirma que depois de algo dolorido esqueceu o ocorrido ou sofre de alzheimer ou tem um grande prazer em se auto torturar.
A gente não apaga, do fundo da alma, o que é feito contra nós.
Deixamos o tempo passar, relevamos, aprendemos a lidar com o sentimento... mas, sentar numa mesa de bar e dizer "Garçom, traz uma cerveja pro meu amigo"?! Nem a pau!