quinta-feira, 10 de junho de 2010

Você já tentou amar?

Às vésperas do dia dos namorados, o assunto, claro, é o amor.
Ah... o amor. Ele se apresenta de tantas formas durante a vida.
Ele pode ser fraterno, materno, sexual, debil mental.
Para o amor sexual, uma vez vi um versinho que dizia: "O amor é uma flor roxa que nasce no coração dos trouxas"... e tem a máxima: "O amor é cego".
E eu completo! Surdo, mudo e burro!
O amor de namorado, amante, marido. Esses são incontáveis, imensuráveis e muitas vezes inexplicáveis.
A gente celebra o dia dos namorados como forma de sempre reviver o sentimento de comemoração por ter alguém. É bem verdade que o comércio lucra com isso, mas ainda não aprendemos uma forma de comemorar sem gastos. Eu tenho um namorado e gosto de poder gastar dinheiro para presenteá-lo.
De qualquer forma, hoje, especificamente hoje, quero divagar sobre outro amor. Um amor mais puro de vícios, um... amor.
Hoje eu estou com saudades desse carinho ai da foto. São 9 meses já. Putz! Completos anteontem. E anteontem completos mais 6 anos e 1 mês. Todo esse calculo de ausência. Até parece uma realidade paralela. Deus do céu! Como é que do dia pra noite tudo desaparece? Ínfimos... pó.
Eu poderia passar horas discorrendo sobre o quão maravilhosa foi a presença deles na minha vida... mas a verdade é que só venho notando a ausência. Porque mesmo longe, sabiamos-nos lá.
Pai e Mãe? Quem disse que a gente só tem um de cada é porque não teve o privilégio de conhecer os meus padrinhos. Em alguma encarnação sei que voltaremos a nos encontrar, como sei que nessa já nos conhecíamos de antes. Explique como quiser, sentir é perfeito. Sentir é a forma mais sábia de saber o que nem se sabe.